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Onde conhecer pessoas (e transformá-las em amigos)

O problema não é ver «mais gente», mas escolher o tipo certo de lugar. Aqui está o critério nº 1 e 12 terrenos que funcionam.

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Por Jérémy, criador de O Método 200 Horas

O essencial: Para conhecer pessoas e fazer amigos, aponta a sítios onde voltas a ver as mesmas pessoas com regularidade, em vez de lugares que reúnem muita gente uma só vez. Os melhores terrenos são recorrentes, juntam mais ou menos as mesmas caras e dão por si mesmos assunto para conversa: aulas regulares, clubes e associações, voluntariado, desporto amador, coro, sem esquecer os colegas e vizinhos que já cruzas. Escolhe um ou dois desses terrenos, volta lá todas as semanas e deixa a familiaridade trabalhar por ti antes mesmo de falares muito.

A maioria dos adultos solitários se diz «preciso sair mais». Então vão à grande festa, ao happy hour lotado, ao evento de networking, veem cem rostos numa noite e, no dia seguinte: nada. O problema não eram eles, era o terreno. Escolher o lugar certo é 80% do trabalho.

O critério nº 1: a frequência vence o tamanho

Uma amizade precisa antes de tudo de uma coisa: repetição, ver as mesmas pessoas de novo e de novo, sem ter que organizar. Uma grande festa é o oposto: muita gente, uma única vez. Uma turma pequena de oito pessoas que você vê toda terça vale cem vezes mais. Terça após terça, você passa de desconhecido a «um rosto que reconhecemos», depois a «guardamos um lugar para você», sem um único momento de coragem.

O que faz um bom terreno

Um bom terreno reúne três condições: ele é recorrente (você volta com regularidade, idealmente toda semana), ele junta mais ou menos as mesmas pessoas, e a atividade já te dá, por si só, assunto para conversar. Se um lugar reúne essas três condições, a amizade pode crescer ali quase sozinha. O método fornece uma grade para avaliar cada lugar segundo esses critérios e travar sem hesitar os seus dois melhores terrenos.

12 lugares para conhecer pessoas

Você não precisa ser bom na atividade: o que conta é voltar lá com regularidade, sem que isso te pese.

Os lugares (muitas vezes) ineficazes

Grandes festas, festivais e feiras fazem você ver muita gente uma vez: nenhuma repetição sobre a qual construir. Até os aplicativos para encontrar amigos costumam ser áridos: um café com um desconhecido e depois nada estruturado para se reverem. Cada encontro começa do zero. Não é que nunca funcionem, é que fazem você carregar, sozinho, todo o peso da continuidade.

Uma vez que você está lá: o essencial

Nas primeiras semanas, nada de extraordinário a fazer: estar ali, com regularidade, e virar um rosto que volta. A familiaridade trabalha a seu favor antes mesmo de você falar muito. Depois chega o momento de ousar prolongar uma troca fora do contexto, e é aí que se decide a passagem do «a gente se cruza» para «a gente se vê». O método para fazer amigos na vida adulta detalha essa progressão passo a passo, e se falar te bloqueia, leia como fazer amigos sendo tímido.

Escolha seu terreno, nós cuidamos do resto

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Leia a seguir

Como fazer amigos na vida adulta «Não tenho amigos»: por quê, e o que fazer Como fazer amigos sendo tímido ou introvertido